Conversa e visita
Uma conversa curta para entender o desafio e uma visita à planta. Sem custo e sem compromisso de fechar. Às vezes já saímos com uma direção clara.
Seis frentes de trabalho que podem entrar isoladas ou combinadas. Todas começam pelo mesmo lugar: entender o processo antes de propor qualquer equipamento.
Solda, paletização, montagem, usinagem e carga de máquina com braços de seis eixos. Cuidamos do layout, do ferramental de garra, da segurança perimetral e da programação ajustada ao seu ciclo real. O robô entra fazendo a tarefa certa, no ritmo certo.
Câmeras que inspecionam qualidade, leem código, medem dimensão e orientam a peça para o robô. O defeito é barrado na linha, antes de virar reclamação de campo. Calibramos para a iluminação e a variação real do seu produto, não para o laboratório.
Veículos guiados (AGV e AMR) para transporte interno entre estações, estoque e expedição. Sem trilho fixo no piso: as rotas se ajustam ao fluxo do turno e convivem com pessoas em segurança. Menos deslocamento a pé, menos empilhadeira ociosa.
Sensores de vibração, corrente e temperatura ligados a um painel único. A equipe vê o motor pedindo atenção dias antes de ele parar. Trocamos a parada não programada, que sempre chega no pior momento, por uma intervenção agendada.
Programação de PLC e conexão da célula ao MES e ao ERP que você já usa. Um sistema que não conversa com o resto da fábrica só muda o gargalo de lugar. Aqui o dado do robô chega ao mesmo painel onde você já acompanha a produção.
Treinamento da equipe, documentação completa, estoque de peças críticas mapeado e contrato com tempo de resposta definido em horas. A retaguarda que mantém a linha rodando sem transformar a Orxaveli em dependência do dia a dia.
Cada frente entra quando faz sentido — nunca porque estava no pacote.
O mesmo caminho vale para uma estação simples ou para uma linha inteira. Muda a escala, não o método.
Uma conversa curta para entender o desafio e uma visita à planta. Sem custo e sem compromisso de fechar. Às vezes já saímos com uma direção clara.
Alguns dias no seu turno, cronômetro na mão, mapeando gargalos, refugo e desgaste. O relatório mostra onde a robótica ajuda e onde não vale a pena.
Desenho da célula, simulação do ciclo e proposta com escopo fechado. Você aprova sabendo prazo, retorno estimado e o que fica de fora.
Uma estação real, acompanhada de perto por algumas semanas. Ajustamos o que o mundo real mostrar antes de qualquer replicação.
Com o piloto provado, as próximas estações entram com muito menos discussão. Cada fase paga a seguinte, sem o salto de desembolso gigante.
Treinamento, documentação e contrato de operação assistida. A equipe assume o dia a dia e nos chama para evoluir, não para socorrer.
Pode. Muitos projetos começam apenas com visão de máquina ou apenas com manutenção preditiva. Se depois fizer sentido combinar, a integração já é pensada para receber a próxima frente sem retrabalho.
Os dois modelos existem. Podemos especificar e fornecer o equipamento completo ou integrar máquinas que você já tem ou prefere comprar direto do fabricante. A escolha entra na proposta, com prós e contras de cada caminho.
De fábricas de médio porte a operações maiores. O critério não é o tamanho da empresa, e sim a existência de tarefas repetitivas com volume suficiente para justificar a automação. O diagnóstico responde isso com números.
Segurança é parte do projeto desde o desenho, seguindo as normas aplicáveis de proteção de máquinas. Barreiras, sensores e paradas de emergência são dimensionados para o risco real da operação e documentados na entrega.
Sim. Os projetos são acompanhados por engenharia responsável, com a documentação técnica correspondente. Isso fica claro no contrato e nos entregáveis de cada fase.
Descreva o desafio da sua linha. A partir daí montamos juntos o diagnóstico e indicamos por onde começar.
Solicitar diagnóstico