Processo antes de máquina
Nenhuma proposta sai sem que um engenheiro tenha passado dias no seu turno. Automatizar um processo ruim só faz o defeito se repetir em maior escala.
A Orxaveli nasceu numa oficina de Diadema, em 2016, com uma bancada, um braço de segunda mão e a teimosia de fazer a robótica caber na realidade da indústria brasileira — e não o contrário.
Os fundadores vinham de dentro do chão de fábrica. Tinham visto de perto o robô caro comprado por decisão de catálogo, instalado com pompa e depois abandonado num canto porque ninguém pensou no processo ao redor dele.
A aposta da Orxaveli foi simples e um pouco contra a corrente: vender menos equipamento e mais entendimento. Nos primeiros anos, a maioria dos contratos era de diagnóstico, sem instalar robô nenhum. A gente entrava, media, e às vezes a recomendação era mudar o layout ou o ferramental, não automatizar. Essa honestidade custou vendas no curto prazo e trouxe clientes que voltaram no longo.
Hoje somos uma equipe enxuta de engenheiros mecatrônicos, programadores e técnicos de campo, com base na Avenida Paulista e projetos espalhados por nove estados. Crescemos devagar, de propósito. Preferimos recusar um projeto do que aceitar um que não conseguimos entregar com o cuidado que ele pede.
O nome Orxaveli não quer dizer nada em nenhuma língua — foi escolhido justamente por isso. Um marco em branco, para ser preenchido pelo trabalho, e não por uma promessa embutida no rótulo.
Nenhuma proposta sai sem que um engenheiro tenha passado dias no seu turno. Automatizar um processo ruim só faz o defeito se repetir em maior escala.
Uma estação primeiro, medida em produção real. Só replicamos o que já mostrou resultado com o seu próprio número na mão.
Escopo fechado, prazo realista e o que fica de fora dito por escrito. Você aprova sabendo exatamente o que vai receber.
Documentação, treinamento e código legível. A meta é a sua equipe operar sozinha e nos chamar só quando quiser evoluir.
A melhor entrega é aquela em que a fábrica esquece que a gente esteve lá.
Não temos um exército de comerciais. Quem conversa com você é quem coloca a mão na célula. Estas são as frentes que compõem cada projeto.
Passa o cronômetro no seu turno, mapeia gargalos e decide se a robótica é mesmo o caminho. É a frente que pode dizer não.
Escreve o código do braço, calibra a visão de máquina e conecta tudo ao MES e ao ERP que você já usa.
Monta a célula na sua planta, ajusta o que o mundo real mostra e acompanha os primeiros turnos ao lado da equipe.
Atende os chamados dentro do prazo acordado, mantém as peças críticas mapeadas e planeja as próximas etapas com você.
Comece por uma conversa. Descreva o desafio da sua operação e mostramos como um diagnóstico da Orxaveli funciona na prática.
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